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Voltamos aos anos 90?

Em um certo momento entre os anos 80 e 90, a dance music, as divas e a música eletrônica se uniram em uma transição interessante. A pegada era mais pop, a tecnologia a favor da música só aumentava e as pistas de dança estavam cada vez mais lotadas.

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Pois de uns tempos pra cá, e principalmente agora em 2014, nós temos acompanhado o surgimento de diversos artistas que tentam (e com sucesso) recriar esse clima noventista da dance music. É o caso de Kiesza, Duke Dumont, Oliver Heldens, entre alguns outros nomes.

A gente começa esse revival atual com uma das maiores revelações desse ano. A canadense Kiesza – que nós falamos há um tempinho atrás aqui no blog – é puro anos 90. O smash hit “Hideaway”, que lançou a cantora para a frente dos holofotes, tem aquelas batidas bem características que inundavam as pistas da época.

Com um visual e cenários dos clipes também inspirados nos anos 90, Kiesza lançou seu primeiro álbum – “Sound Of Woman” – há poucos dias. As faixas desse primeiro disco da moça poderiam ter vindo diretamente dos boomboxes daquele tempo.

Duke Dumont volta ainda mais no tempo, chegando lá nos anos 80, com suas batidas que lembram músicas de divas como Donna Summer e Corona. Você consegue imaginar o globo de espelhos e aquele jogo de luzes ao ouvir “Won’t Look Back”.

“Need U (100%)”, primeiro single do DJ e produtor, tem o mesmo efeito, além de ter um vocal incrível que te carrega diretamente pras pistas dos anos 90.

Oliver Heldens é o representante mais eletrônico dessa lista. O DJ holandês chamou atenção de Tiësto – que surgiu nessa época de transição entre os 80 e 90 – e acabou caindo nas graças do público, graças às suas batidas enérgicas.

Oliver já começa a se lançar pro mercado, tocando em diversos festivais e fazendo parcerias fantásticas, que devem ser lançadas em breve.

Essa vibe dos anos 90 também é resgatada por outros nomes, em diferentes estilos, como o garage house do Disclosure, o eletrônico erudito do Clean Bandit e as batidas mais experimentais do duo AlunaGeorge.

E pra te fazer mergulhar nesse mar musical dos anos 90, fizemos essa playlist aqui abaixo, repleta com essas sonoridade:

∞  10/29/2014 — 11:36AM

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A música que vem do Bronx

Comece essa leitura escutando:

I’m still, i’m still Jenny from the block”. Sem dúvida, “Jenny From The Block” foi um dos primeiros grandes hits de Jennifer Lopez. E o “block” que ela cita no refrão dessa música se refere ao Bronx, distrito nova-iorquino onde nasceu e cresceu. E é de lá que saíram vários artistas e suas vozes fantásticas.

Bronx

O Condado de Bronx – ou apenas Bronx - é um dos cinco distritos de Nova Iorque e foi lá que, em 1970, começou a tomar forma o movimento hip hop, juntamente com o rap, o graffiti e o breakdance. O lugar tem uma importância sem igual pra música e pra cultura em um contexto mais geral. E aqui a gente vai te mostra alguns dos nomes que imergiram desse celeiro de talentos.

Jennifer Lopez

Como a gente citou ali em cima, J.Lo é uma das mais expressivas representantes do Bronx. A cantora nasceu em Castle Hill, um dos bairros do distrito, e cresceu por lá. Aos 19 anos, começou a pagar. para si própria, aulas de dança e canto. É notável no som e estilo de J.Lo as influências do lugar, principalmente em seus primeiros álbuns como “J. Lo” e “Rebirth”.

O gingado de "Get Right" é muito característico do Bronx.

Mary J. Blige

Filha do músico de jazz Blige Thomas, Mary J. Blige é mais uma cantora que tem o Bronx como seu habitat de origem. Desde pequena, a cantora era uma ávida de fã de estilos como soul e R&B. Seu pai foi quem começou a ensinar Mary a cantar e, aos poucos, ela começou a incorporar o hip-hop, essência do Bronx, em suas músicas e gostos.

Seu primeiro álbum, “What’s the 411?”, estreou em primeiro lugar na parada da Billboard 200 em 1992.

Afrika Bambaataa

Desde 1972, o músico e produtor Kevin Donovan é mais conhecido como Afrika Bambaataa. Por esse pseudônimo, muita gente acha que ele nasceu na África, mas engana-se quem pensa isso. O DJ nasceu no Bronx e, por alguns especialistas em música, é considerado o “pai do hip-hop”, pois teria sido o primeiro a utilizar o termo e dar as bases técnicas e artísticas para o estilo.

Ele uniu o hip-hop que criou junto com o funk e o electro e criou uma sonoridade única até então, ganhando destaque internacional.

Mas o Bronx vai muito além disso. Mais grandes nomes cresceram e desenvolveram sua música no distrito como French Montana, Regina Spektor, Maxine Sullivan, Billy Joel, Fat Joe, entre outros. E aqui abaixo você escuta uma playlist especialíssima, só com essas vozes incríveis “from the Bronx”:

∞  10/28/2014 — 6:22AM

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Os detalhes por trás das trilhas sonoras de filmes recentemente lançados

A perfeição mora nos detalhes, e se tem um desses que é importantíssimo pra um filme ser perfeito é a trilha sonora. Um longa sem uma boa música pode se transformar em uma péssima experiência para o telespectador.

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Mas hoje a gente veio falar de alguns filmes recentemente lançados, que possuem uma trilha sonora fantástica, que combinam direitinho com seus respectivos enredos. Vamos lá:

ANNABELLE

O filme spin-off, que conta a história por trás da boneca macabra Annabelle, que também aparece no filme “The Conjuring”, ganhou uma trilha sonora tenebrosa – e não que isso seja uma coisa ruim.

A soundtrack acompanha o clima de horror, tensão e elementos sobrenaturais que estão presentes no filme. Quem assina esse trabalho é o músico e maestro Joseph Bishara, responsável pelas trilhas sonoras de The Conjuring, Insidious e Dark Skies. Não recomendamos que você ouça esse álbum no escuro, ok?

GONE GIRL – Garota Exemplar

Uma trilha sonora que, de tão boa, já está até sendo considerada uma das apostas para o Oscar do ano que vem. Gone Girl – no Brasil, chamado de Garota Exemplar – é o novo filme do diretor David Fincher. Uma história um tanto quanto complexa, sobre desaparecimentos, morte, mentiras e diferentes perspectivas.

Trent Reznor, líder da banda Nine Inch Nails, é o dono dessa soundtrack, junto com o músico Atticus Ross. Não dá pra perder – nem esse trabalho muito menos o filme.

MAZE RUNNER – Correr ou morrer

Hora da aventura! Maze Runner (Correr ou morrer, no Brasil) estreou há alguns dias e ainda está em cartaz em alguns cinemas. O enredo gira em torno de um mundo pós-apocalíptico, onde jovens são largados em uma comunidade isolada e precisam sobreviver aos perigos de um labirinto.

A trilha sonora, no mesmo clima de aventura e tensão do longa, foi produzida por John Paesano, responsável também pelas músicas do filme Hirokin. De primeira qualidade!

∞  10/27/2014 — 11:34AM

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HELP #9: Três apps bacanas que vão aumentar a sua experiência com o Rdio

Todo mundo sabe que, aqui no Rdio, você tem a sua disposição um acervo de mais de 30 milhões de música, certo? Mas a experiência dentro (e fora) da nossa plataforma não para somente no ato de escutar música. Por isso que a gente te traz aqui no blog, toda semana, dicas, macetes e funcionalidades pra você aproveitar ao máximo a sua experiência aqui no Rdio: é o nosso HELP.

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Hoje nós selecionamos três apps bacanas pra você conectar à sua conta do Rdio e usufruir ainda mais do nosso serviço.

Bingio

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Que tal a ideia de jogar um bingo musical? Pois com o app Bingio e a sua conta no Rdio, isso é possível! Conectado ao seu perfil na nossa plataforma, você pode escolher jogar com a sua coleção de músicas, com as mais tocadas ou com alguma playlist específica. Aí é só selecionar um oponente e desafiar ele. Diversão na certa!

Rewind

Rewind-radio-app

Esse é um app que você pode baixar para iPhone e aparelhos com o sistema iOS instalado. Com ele, você escolhe uma estação do ano, um ano em si ou uma década e ele cria uma playlist com todas as músicas que bombavam naquela época. Você também pode criar estações de acordo com os acontecimentos da sua vida. Por exemplo: uma playlist para o nascimento do seu primeiro filho ou para as suas férias de verão. Tudo isso utilizando o nosso catálogo musical.

Fathom

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Quer conhecer quem são os “vizinhos musicais” do seu artista favorito? O Fathom faz isso pra você. É só escolher o cantor ou banda que você gosta e ele te indica vários com o estilo de som parecido. A gente buscou o nome de Jamie Cullum e o Fathom sugeriu artistas como Michael Bublé, Jason Mraz, John Mayer e mais um montão. Ótimo pra você conhecer mais daquele estilo musical que você adora.

Tem mais um monte de apps e funcionalidades fantásticas que a gente oferece pra você. É possível descobrir vários aqui, mas fica de olho aqui no nosso HELP também, pois a gente tá sempre trazendo novidades e dicas . ;)

∞  10/24/2014 — 7:00AM

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O que anda rolando pela 3ª temporada do The Voice Brasil

Reality show de novos talentos é um sucesso no mundo inteiro, não é? E no Brasil o formato tá funcionando do mesmo jeito. E, há poucas semanas, iniciou a terceira temporada do The Voice Brasil, versão tupiniquim do programa originário da Holanda e que também tem versões nos Estados Unidos, Inglaterra, Austrália e Portugal.

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E é impressionante a quantidade de talentos e vozes incríveis que são descobertos durante os programas. No Brasil não é diferente. Nas duas primeiras temporadas do The Voice, a gente já conheceu grandes nomes da música, como Ellen Oléria e Sam Alves.

E essa terceira edição do The Voice Brasil anda revelando mais um tanto de vozes fantásticas. Até o momento (da produção desse post), já rolaram quatro “blind auditions”, que são as fases onde os jurados escolhem os cantores que eles querem nos seus times, porém sem ver quem está cantando até “virar” a cadeira. Quarenta vozes já foram selecionadas e mais dez ainda devem ser escolhidas até o final dessa etapa.

Depois disso, temos as batalhas eliminatórias, os tira-teimas, os shows ao vivo e a grande final. Ou seja, muito caminho pela frente ainda.

Então a gente facilitou a sua vida e reuniu, na playlist abaixo, todos os talentos que já foram escolhidos até o momento – inclusive nomes que andaram circulando pelas redes sociais, como a personagem Deena Love e o deficiente visual Edu Camargo. Ouça e descubra você também essas vozes:

∞  10/22/2014 — 12:59PM

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Diário de um fã: Panic! At The Disco Brasil

Faltavam poucos minutos paras as nove da noite quando o Panic! at the Disco subiu ao palco do Circuito Banco do Brasil em Belo Horizonte no último sábado. O baixista Dallon Weekes e o guitarrista Kenneth Harris abriram alas para a entrada do vocalista Brendon Urie, que surgiu no palco com um blazer dourado e imediatamente incendiando a plateia aos primeiros acordes de “Vegas Lights”. Ao fundo, eram apresentadas imagens retrô a cidade de Las Vegas, inspiração recorrente nas canções do grupo.

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A antiga “Time to Dance”, uma das favoritas dos fãs, veio logo em seguida aquecendo o público para a enxurrada de hits que viria a seguir. Um dos pontos altos foi a belíssima cover de “Bohemian Rhapsody,” executada com maestria pela banda. Neste momento, Brendon encarna um Freddy Mercury pós-moderno e, junto com sua banda, dá nova vida ao clássico do Queen com todas as suas nuances e estilos.

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O vocalista – único membro da formação original da banda no palco – mostrou durante a apresentação porque se tornou basicamente o sinônimo de Panic! at the Disco, após as turbulências que afetaram a banda nos últimos anos. Carismático, talentoso e ao mesmo tempo despretensioso, Urie carrega em si a essência do que levou a banda ao sucesso há oito anos. No Circuito Banco do Brasil, abusou dos falsetes, deu um salto mortal e esbanjou o charme que lhe é inerente.

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Com 19 músicas, o setlist estava recheado de faixas do disco mais recente do grupo Too Weird to Live, Too Rare to Die, como “Girls/Girls/Boys”, “Casual Affair”, “Nicotine”, “Collar Full” e “Miss Jackson”.

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Mas foi com os primeiros acordes de “I Write Sins no Tragedies” que o público se entregou por completo. A canção foi cantada a plenos pulmões pelos presentes, resultando num belíssimo coro que ficará na memória dos presentes. Infelizmente, o momento também anunciou o fim da apresentação. “Vejo vocês em breve,” disse Brendon. Esperamos ansiosamente.

∞  10/22/2014 — 7:10AM

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Diário de um fã: Linkin Park Brasil

Rodrigo, profissional gráfico da Bahia, embarcou para Brasília no sábado de manhã, um dia antes do tão esperado Circuito Banco do Brasil com os shows do Plebe Rude, Skank, Panic! At the Disco e Linkin Park. No domingo, Thyane, estudante da Escola de Aviação de São Paulo, e Heloisa, mestra em Ciências da Computação de Santa Catarina, também íamos em direção à capital. Nós três, que parecemos não ter nada em comum, compartilhamos a mesma paixão: o Linkin Park. E não apenas isso. Compartilhamos da mesma vontade de informar, unir e divertir os fãs brasileiros através da fan page Linkin Park Brasil, a maior fan page da banda no país, com mais de 78 mil curtidas no Facebook.

Apesar de nos conhecermos há bastante tempo, nunca tínhamos nos visto pessoalmente. Thyane chegou em Brasília de manhã e foi para o hotel onde Rodrigo a esperava. Deixaram as malas lá e foram logo para a fila. Apesar do sol e calor intenso do dia, a ansiedade era demais para ficar no hotel ou em qualquer outro lugar que não fosse perto do Mané Garrincha, local do festival.

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Chegamos na fila ainda pela manhã e, como todos os que estavam ali, queríamos ser os primeiros a dar boas-vindas ao Linkin Park. Logo vimos que não seria bem assim. Já havia aproximadamente cinquenta pessoas por lá e algumas tinham acampado um dia antes dos portões abrirem. Seguimos como havíamos planejado: fazer registros dos fãs para criar uma galeria de fotos em nosso site. O sol (quente até demais) parecia não incomodar àquelas pessoas, ou, se incomodava, era apenas um detalhe daquele dia tão aguardado. Todos estavam sorrindo, conversando e se entrosando com as pessoas que conheceram lá mesmo. Tão importante quanto o show em si é conseguir reencontrar os amigos e fazer novas amizades.

Na fila, alguns fãs estavam com os celulares no último volume, tocando playlists do Linkin Park, e todos sabiam as músicas na ponta da língua. Ninguém queria fazer feio na frente da banda. Tiramos as fotos ao longo da fila e todos os fãs estavam muito amistosos. O clima era de irmandade, eles dividiam os guarda-chuvas (que serviam de guarda-sol), mostravam as tatuagens relacionadas à banda e compartilhavam o que estavam sentindo apenas por estarem na fila. O show ainda ia demorar, mas aconteceria naquela noite. Era tudo o que passava pela nossa cabeça.

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Na metade da tarde, foi a vez da Heloisa chegar em Brasília e ir para o festival. Logo passando a entrada, ela encontrou o Rodrigo (isso que não tinha sido marcado nenhum ponto de encontro!) e ele estava com os olhos cheio de lágrimas porque ele tinha sido um dos escolhidos para conhecer a banda antes do show, através de um sorteio organizado pela própria banda no seu fã clube oficial, o LPUnderground. Mesmo que ainda faltassem algumas horas até o Meet&Greet com o Linkin Park acontecer, vários fãs já estavam no local escolhido como ponto de encontro pela equipe do LPUnderground.

A Heloisa, que em 2004 foi no seu primeiro show do Linkin Park acompanhada do seu pai, porque era nova, neste ano exatamente dez anos depois, levou sua mãe para o show, que também gosta de Linkin Park (ou aprendeu a gostar, depois de tantos anos sendo a trilha sonora da casa, ouvindo os seus CDs dias e noites).

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O festival começou com a banda Hover, vencedora do concurso Voz Pra Todos, que soube aproveitar a sua oportunidade e conquistar o público que estava lá presente desde cedo. Em seguida, subiu ao palco a banda brasiliense Plebe Rude, tocando um bom rock nacional, com participação especial de Dado Villa-Lobos, cantando sucessos da Plebe Rude e Marcelo Bonfá, tocando sucessos do Legião Urbana. A próxima banda foi Skank, que fez o chão tremer e a galera pular do início ao fim do show, com as letras na ponta da língua.

A hora das atrações internacionais havia chegado e o Panic! At the Disco começou muito bem recebido pelos fãs de Linkin Park, que claramente eram maioria no festival. O vocalista Brendon Urie mostrou que manda muito bem ao vivo. Enquanto curtíamos o show, o Rodrigo estava nos bastidores com a banda, ficando cara a cara com seus ídolos. Ele pediu que autografassem um CD e também no corpo dele, para ele tatuar depois. O vocalista Chester Bennington fez o autógrafo no ombro e o Mike Shinoda fez uma de suas artes características.

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Então, chegado a grande hora para a alegria de todos, com alguns minutinhos de atraso, o Linkin Park entrou no palco. Iniciou tocando o primeiro single do seu novo álbum, The Hunting Party, e depois passaram por diversos sucessos de todos os seus seis álbuns e seus 15 anos de história. Uma setlist bem variada, com músicas de diversas influências desde metal, folk, eletrônica, rap e diversos outros estilos. Mike Shinoda até cantou um trecho da música Remember The Name, de um projeto paralelo chamado Fort Minor, de 2005. No metade do show, o vocalista Chester Bennington tirou a camiseta e jogou para o público, e a sortuda da vez que pegou a camiseta foi ninguém mais, ninguém menos que a Thyane, acompanhado de um sorriso do Chester que apontou o dedo e disse “You Rock”!

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Nós três, pela metade do show conseguimos nos encontramos na frente do palco e curtir metade do show juntos! Foi um show incrível, a banda sempre muito animada, tocando com sorriso no rosto e não deixando a desejar, fazendo a gente apenas se apaixonar mais ainda.

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∞  10/21/2014 — 2:35PM

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SOHN agita as Rdio Sessions

Hora de ouvir o conhecimento sobre o mundo da música do artista eletrônico inglês SOHN (aka Christopher Taylor). Desde 2010, ele adotou Viena como casa. Ali, seu trabalho como produtor de si mesmo e de estrelas em ascensão, como Banks, e remixes para nomes como Lana Del Rey e Disclosure já lhe renderam a admiração de artistas únicos como Lorde e Miguel.

A Rdio Sessions exclusiva foi realizada no Decibelle Recording Studio, em São Francisco, e apresenta os destaques de seu álbum de estreia, "Tremors", deliciosamente íntimo e cheio de ritmo, incluindo os singles "Bloodflows" e "Lessons". Vá para o Rdio Sessions Station para ouvir mais dessa eclética série ao vivo, incluindo as recentes performances de Daughtry, Jon Pardi, Lucius, e muito mais.

∞  10/21/2014 — 10:29AM

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Entrevista: a música ilustrada do Ilustrassom

Transformar versos de música em arte. Com uma ideia bem despretensiosa, a designer carioca Nai Mattoso começou a criar, no finalzinho do ano passado, o projeto Ilustrassom. A gente entrevistou Thamires Prata, relações públicas do projeto, para descobrir os detalhes de como surgiu essa ação e algumas curiosidade sobre a criação dessas ilustrações super bacanas.

Ilustrassomentrevista

  1. Quando que rolou aquele estalo de “quero dar vida a trechos de músicas que não saem da cabeça”?
    Thamires: Isso veio da cabeça da Nai. Ela sempre gostou muito de música brasileira e ouvia sempre. Por conta desse gosto, ela começou a ilustrar os trechos das canções que mais gostava de escutar. Sempre primando pelo humor e criatividade, os “cards” foram surgindo e ela decidiu compartilhar esse trabalho com seus amigos no Facebook. Assim estava criado o projeto Ilustrassom.
  2. O projeto já tem quase um ano. Além de Nai Mattoso, quem mais faz parte da equipe? O Ilustrassom tem mais pessoas que fazem as artes?
    Thamires: Ao total, quatro pessoas trabalham atualmente no projeto. A Nai é a única que produz as artes. Eu (Thamires) e o Matheus fazemos a parte de relações públicas e a Viviane cuida da parte jurídica. Mas a gente não parou nossos trabalhos por conta do Ilustrassom. Todo mundo tem seus empregos e ocupações, mas estamos sempre ligados e de olho nas coisas do projeto. Nós abraçamos porque gostamos muito dessa ideia.
  3. Como é feita a escolha das músicas que serão ilustradas?
    Thamires: São dois momentos. A própria Nai escolhe a maior parte das músicas que são ilustradas, mas também tem os nossos fãs, tanto no Instagram quanto no Facebook, que sugerem alguns trechos. Ela reúne tudo isso e escolhe as próximas letras que vão ser ilustradas.

    A Nai demora em torno de umas 2h30 pra fazer cada arte, então normalmente ela produz de uma a duas ilustrações por dia. E todas é possível conferir na nossa fan page.

    Praticamente em 100% das vezes, a Nai ilustra músicas brasileiras, da MPB e tal.. Dificilmente ela escolhe músicas de língua estrangeira.

  4. Pra vocês, qual a relação entre a música e a arte?
    Thamires: A música é o que move o Ilustrassom. Foi a partir dela, dos versos e das estrofes que a Nai começou a imaginar as artes. A música é o ponto de partida, é a inspiração principal para as ilustrações do projeto. E a partir da música que a arte da Nai começa a se mover.
  5. O mais bacana é que a nossa parceria já começou! Dá uma olhadinha na nossa primeira ilustração animada:

     

    A video posted by Rdio BR (@rdiobr) on Oct 10, 2014 at 8:49am PDT

    Abaixo a gente separou algumas ilustrações já feitas pelo pessoal do Ilustrassom, pra você conhecer mais um pouco do talento desse pessoal super criativo. Além disso, a gente também colocou a primeira playlist que eles criaram aqui no Rdio.

    Ah, e fica ligado nas nossas redes, porque logo logo nós teremos novidades envolvendo o Rdio e o Ilustrassom.

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O que rolou nas primeiras etapas do Circuito Banco do Brasil

Dez shows, galera reunida, skate, novas bandas sendo descobertas e muita música, tudo isso em dois dias e duas cidades diferentes. As capitais brasileiras Belo Horizonte e Brasília receberam, respectivamente nos dias 18 e 19 de outubro, sábado e domingo, as duas primeiras etapas do Circuito Banco do Brasil.

A gente acompanhou tudo de perto e conta, em detalhes, o que rolou nesse primeiro fim de semana do Circuito.

Belo Horizonte

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Tudo começou no sábado, dia 18, na Esplanada do Mineirão, quando o público de Belo Horizonte abria os trabalhos do Circuito Banco do Brasil. A banda Stereophant – vencedora da primeira etapa do concurso Voz Pra Todos – estreou o palco do festival, diante de um super público.

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Logo depois disso, a banda Nação Zumbi comandou um show fantástico, misturando aquele rock pesado com elementos da música brasileira, naquele manguebeat já conhecidos dos caras. Minutos depois foi a vez dos Titãs subirem ao palco, todos mascarados.

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Foi um choque no início, mas as máscaras a lá Slipknot e Coringa (clássico vilão do Batman) fazem parte da nova fase dos caras, que começou no lançamento do último álbum, “Nheengatu”. Durante o show, uma mistura dos clássicos da banda com as novas, com o público cantando tudo em coro. Foi lindo!

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Em seguida foi a vez do rock / pop, até um tanto nostálgico, de Brendon Urie e sua turma do Panic! At The Disco. Brendon é realmente um performer: muita energia, pulos, piruetas e falsetes que impressionaram todo mundo. Mas o destaque do show foi, sem sombra de dúvidas, o cover incrível para “Bohemian Rhapsody”, clássico do Queen. Um show pra ficar na história.

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Pra fechar essa primeira noite de festival, foi a vez do Linkin Park agitar uma multidão que aguardava por esse show desde 2012 - último ano que os caras estiveram no Brasil.

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Chester Bennington, Mike Shinoda e sua trupe cantaram, em coro com o público, um repertório cheio de hits conhecidos, mas também com faixas do último álbum, “The Hunting Party”. Linkin Park pra ninguém botar defeito!

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No domingo, 19, foi a vez da banda Hover – vencedora da etapa de Brasília do concurso Voz Pra Todos - abrir os trabalhos no palco do CBB, no estacionamento do Estádio Nacional.

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Logo após, a banda Plebe Rude, clássica do rock nacional, chegou pra tocar seus maiores hits, acompanhada dos músicos Marcelo Bonfá e Dado Villa-Lobos. Um show único, por sinal.

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Pra continuar com esse segundo dia de Circuito, foi a vez do show da brasileiríssima Skank. Sucesso após sucesso, coro após coro. Mais um fantástico show de Samuel Rosa e banda.

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Além, a mesma dobradinha do sábado em BH se repetiu: Panic! At The Disco e Linkin Park, na sequência, fizeram a alegria do povo que estava por lá.

Mas o melhor de tudo é que: não acabou por aí! No dia 1º/11 ainda tem a etapa de São Paulo com shows de Paramore, MGMT, Kings of Leon, Skank e Pitty. E pra encerrar, dia 08/11, no Rio de Janeiro, tem os mesmos shows de SP, apenas entrando Frejat no lugar de Skank.

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Fotos do post - créditos: Filipe Marques / Circuito Banco do Brasil

∞  10/20/2014 — 12:54PM

Posted by Frances Danckwardt at 12:54PM in Eventos, Música, Notícias, Recomendados por Rdio | | Comments (0)